Google indexa 12 versões do seu post — mas se o hreflang estiver errado, ele escolhe o errado para um buscador turco, manda para o inglês, ele faz bounce, e seu CTR despenca.
As regras que realmente importam: (1) todo link alternate hreflang deve ser recíproco — se /tr/blog/X linka para /en/blog/X, então /en/blog/X deve linkar de volta para /tr/blog/X; falta de reciprocidade é a causa #1 do Google ignorar seu hreflang completamente. (2) Sempre incluir um x-default apontando para a URL inglesa canônica — cobre buscadores em locales que você ainda não traduz. (3) Valores hreflang usam ISO 639-1 + ISO 3166-1, nunca combinações que o Google não reconhece (ex. 'gb' é inválido; use 'en-GB'). (4) A tag canonical e o hreflang para self devem coincidir.
Baynoy gera o mapa hreflang completo do lado servidor na metadata do Next.js. Cada página emite <link rel='alternate' hreflang='LL'> para todos os 12 locales mais x-default, com o canonical apontando para a URL do locale atual. O sitemap.xml carrega os mesmos alternates na forma <xhtml:link> para que Bing e Yandex também os captem.
Resultado: um usuário turco buscando 'stablecoin nedir' obtém /tr/blog/stablecoin-101 no SERP, não /en/.